segunda-feira, abril 28, 2008
Acho uma chatice hoje em dia ninguém morrer de amor. Era uma forma óptima de controlar o crescimento da população mundial e ao mesmo tempo fazer selecção natural.
domingo, abril 27, 2008
Eu sou o Sports Billy.
Só assim se justifica ter 2 pares de sapatos, 2 pares de botas, metade da Intimissimi e uma máscara veneziana dentro da minha mala.
Pergunto-me se o Sports Billy terias as mesmas dúvidas existenciais que eu tenho nesta tarefa abominável de fazer a mala.
Só assim se justifica ter 2 pares de sapatos, 2 pares de botas, metade da Intimissimi e uma máscara veneziana dentro da minha mala.
Pergunto-me se o Sports Billy terias as mesmas dúvidas existenciais que eu tenho nesta tarefa abominável de fazer a mala.
sexta-feira, abril 25, 2008
Adoentada numa sexta feira à noite, sozinha em casa, dá nisto. Acabei de ver um episódio daquilo que é, muito provavelmente, a pior série de sempre. E note-se que eu já vi coisas muito mázinhas. Tanto no campo pseudo-intelectual (como o Platform...yiiick!) como no campo da mindless TV ( o Alien 5...). A série chama-se "Blood Ties" e é sobre uma detective privada e um vampiro de 450 anos podre de bom (clockwork...eu não me consigo surpreender).
"Get ready to take a thrilling ride alongside Vicki Nelson, a private investigator who specializes in solving supernatural crimes. Together with her assistant, Coreen; Vicki's ex-partner (and lover), Mike; and the sexy 450-year-old vampire, Henry, Vicki finds herself delving ever deeper into the secrets of the mystical world, all the while torn between her allegiance to Mike and her growing attraction to Henry."
Quando vi a apresentação da série confesso que os clichés do assunto (não há nada que me prenda mais a atenção de que um gajo giro meio goth) me fizeram pensar "Isto deve ser uma bela treta...mas eu vou ver de qualquer maneira."
O argumento não é mau, sustentava vários episódios. Os actores idem. Mas a produção! Os diálogos feitos a martelo! Juro que foi a promessa de uma cena de sexo escaldante entre uma mera mortal e um vampiro tão giro como aquele que me manteve no sofá. O que obviamente não acontece até ao season finale, de certeza.

Loui, I miss you.
_______________________________________________________________
PS - Depois de 45 minutos a ver clips da série no Youtube começo a duvidar da minha capacidade de raciocínio e dou por mim no site da HMV a ver o preço da série.
PPS - Ohhhh sod this. Compro amanhã. Damn you, hot gothic vampyre men!
"Get ready to take a thrilling ride alongside Vicki Nelson, a private investigator who specializes in solving supernatural crimes. Together with her assistant, Coreen; Vicki's ex-partner (and lover), Mike; and the sexy 450-year-old vampire, Henry, Vicki finds herself delving ever deeper into the secrets of the mystical world, all the while torn between her allegiance to Mike and her growing attraction to Henry."
Quando vi a apresentação da série confesso que os clichés do assunto (não há nada que me prenda mais a atenção de que um gajo giro meio goth) me fizeram pensar "Isto deve ser uma bela treta...mas eu vou ver de qualquer maneira."
O argumento não é mau, sustentava vários episódios. Os actores idem. Mas a produção! Os diálogos feitos a martelo! Juro que foi a promessa de uma cena de sexo escaldante entre uma mera mortal e um vampiro tão giro como aquele que me manteve no sofá. O que obviamente não acontece até ao season finale, de certeza.

Loui, I miss you.
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PS - Depois de 45 minutos a ver clips da série no Youtube começo a duvidar da minha capacidade de raciocínio e dou por mim no site da HMV a ver o preço da série.
PPS - Ohhhh sod this. Compro amanhã. Damn you, hot gothic vampyre men!
terça-feira, abril 22, 2008
Dia da Terra
Shell Wildlife Photographer of the Year.
Esteve em exibição no Museu de História Natural. Ficam aqui algumas das minha favoritas que pode ser encontradas online aqui.

Esteve em exibição no Museu de História Natural. Ficam aqui algumas das minha favoritas que pode ser encontradas online aqui.




Your footprint
segunda-feira, abril 21, 2008

And if they told you that, don't take anything less.
One must take these things seriously. Specially when it comes to fingerpainting.
domingo, abril 20, 2008
I kid you not
Quando tenho a máquina de roupa a lavar, a minha placa wireless só consegue sinal se eu tiver um dedo encostado a ela.
...
...
sexta-feira, abril 18, 2008
As almas gémeas da web
Quando alguém não só escreve o que transcrevo abaixo acerca do "Against All Odds" do Phill Collins, mas ainda afirma que o artista musical que lideraria a luta contra o Mal inominável e salvaria toda a Humanidade, só poderia ser o Bruce - Fucking - Springsteen, não me resta dizer mais nada.
Nadinha. Está tudo dito. Só tenho é pena de não ter sido eu a dizê-lo.
"Eu explico, esta música é sobre uma pessoa que perde alguém tão importante que doía mesmo quando estava perto dessa pessoa só pelo facto dessa pessoa ser tão importante que até dói, só que agora ainda dói mais porque a pessoa foi embora. E agora essa primeira pessoa tem de lidar com essa angústia que o agonia dias e dias numa esperança que esbarra na verdade incontornável que é: esse outro alguém não volta. Muito provavelmente. Embora nunca se saiba. A não ser que tenha morrido, claro.
Voltem aos 2:35 do vídeo aí em cima e percebam qual é a única maneira possível de se cantar esta música, que é a maneira de quem pensa foda-se foda-se foda-se mas porquê porquê porquê pára de pensar nesta merda que dor isto nunca vai passar ah já sei vou fazer uma canção chamada Against All Odds que será uma das melhores canções pop sobre perda de sempre até que cheguem uns mariconços chamados Postal Service e a fodam toda."
Dude, tu, o Chris Cornell e a Summer Glau faziam de mim uma mulher honesta. E o senhor que falou do amor a recibos verdes também.
Achtung Baby.
Indeed.
Nadinha. Está tudo dito. Só tenho é pena de não ter sido eu a dizê-lo.
"Eu explico, esta música é sobre uma pessoa que perde alguém tão importante que doía mesmo quando estava perto dessa pessoa só pelo facto dessa pessoa ser tão importante que até dói, só que agora ainda dói mais porque a pessoa foi embora. E agora essa primeira pessoa tem de lidar com essa angústia que o agonia dias e dias numa esperança que esbarra na verdade incontornável que é: esse outro alguém não volta. Muito provavelmente. Embora nunca se saiba. A não ser que tenha morrido, claro.
Voltem aos 2:35 do vídeo aí em cima e percebam qual é a única maneira possível de se cantar esta música, que é a maneira de quem pensa foda-se foda-se foda-se mas porquê porquê porquê pára de pensar nesta merda que dor isto nunca vai passar ah já sei vou fazer uma canção chamada Against All Odds que será uma das melhores canções pop sobre perda de sempre até que cheguem uns mariconços chamados Postal Service e a fodam toda."
Dude, tu, o Chris Cornell e a Summer Glau faziam de mim uma mulher honesta. E o senhor que falou do amor a recibos verdes também.
Achtung Baby.
Indeed.
quinta-feira, abril 17, 2008
Sabemos que a proeminência da nossa geração acabou quando pensamos "vou por a massa ao lume, e enquanto coze, arrumo a roupa", olhamos para as instruções e lemos "cooks in 3 minutes"...
..pqp mais à comida que se auto-cozinha em 3 minutos.
..pqp mais à comida que se auto-cozinha em 3 minutos.
terça-feira, abril 15, 2008
Hoje apareceu mais um Banksy, evadindo mais uma vez os olhos do público e da autoridade, ainda que mesmo por baixo de uma câmara de CCTV.
Para quem não sabe, Londres é provavelmente a cidade mais vigiada do planeta. O sistema de CCTV (closed circuit television) abrange a cidade practicamente toda e existem até rumores que, querendo, é possível seguir todos os passos de um qualquer cidadão.
Isto só torna mais aliciante a forma como Banksy faz todas as suas obras à revelia das autoridades e sem que ninguém o tenha visto até à data.
Para quem não sabe, Londres é provavelmente a cidade mais vigiada do planeta. O sistema de CCTV (closed circuit television) abrange a cidade practicamente toda e existem até rumores que, querendo, é possível seguir todos os passos de um qualquer cidadão.
Isto só torna mais aliciante a forma como Banksy faz todas as suas obras à revelia das autoridades e sem que ninguém o tenha visto até à data.

Este novo graffiti apareceu perto de Oxford Street (central London) e dado o seu tamanho, provavelmente foi necessária a utilização de andaimes. É uma alfinetada na política de vigilância inglesa e também no programa Big Brother, cujo sucesso é actualmente muito polémico.
segunda-feira, abril 14, 2008
Dear Master of the Universe,
Faithfully yours,
L.
Ultimamente reparei que andas a testar o meu nível de paciência com esta vida. Eu sei que sou exigente e umas pequenas contrariedades só me fazem é bem, mas começo a não achar muita graça aos exageros que reporto nesta missiva.
Quando eu disse que queria pequenos almoços de salsichas e puré de batata, há uns anos atrás, não me recordo de ter também requisitado chuvas de granizo a meio de Abril. Confesso que em muitos dos meus pedidos me esqueci de mencionar algumas premissas fundamentais, mas estavam subentendidas. De nada me servem biquinis sem praia, anéis sem dedos, sentidos sem corpo, pessoas sem carácter, ou palavras sem voz.
Assim, querido Master of the Universe, rogo-te que comeces a entender as palavras nas entrelinhas dos meus pedidos, ou então juro que te parto a tromba.
Quando eu disse que queria pequenos almoços de salsichas e puré de batata, há uns anos atrás, não me recordo de ter também requisitado chuvas de granizo a meio de Abril. Confesso que em muitos dos meus pedidos me esqueci de mencionar algumas premissas fundamentais, mas estavam subentendidas. De nada me servem biquinis sem praia, anéis sem dedos, sentidos sem corpo, pessoas sem carácter, ou palavras sem voz.
Assim, querido Master of the Universe, rogo-te que comeces a entender as palavras nas entrelinhas dos meus pedidos, ou então juro que te parto a tromba.
Faithfully yours,
L.
quarta-feira, abril 09, 2008
Tonight...We dine in Cyprus!!!!
terça-feira, abril 08, 2008
O Expresso online. Again.
Desde que o Expresso Online escreveu a palavra "raptadores" num dos seus artigos de capa, que não via uma barda tão linda como esta....
A internet vai tornar-se obsoleta....vai existir o GRID. Ambos inventados no CERN, claro...
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/287109
Leiam os comentários...vale a pena. Não sei é se ria ou se chore...
Obrigada Steedzinho, por este momento patrocinado por ti.
A internet vai tornar-se obsoleta....vai existir o GRID. Ambos inventados no CERN, claro...
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/287109
Leiam os comentários...vale a pena. Não sei é se ria ou se chore...
Obrigada Steedzinho, por este momento patrocinado por ti.
segunda-feira, abril 07, 2008
Salta.
Tens aqui outro corpo, outra alma que é gémea da tua. São tantos os pontos que unem a nossa existência conjunta, que podiam desenhar as nossas vidas, seguindo as linhas que os marcam.


sexta-feira, abril 04, 2008
Fui ver o Son of Rambow. Assim de repente não me consigo lembrar de mais nenhum filme que me tivesse feito chorar e rir ao mesmo tempo.
Este filme é a prova de que se podem fazer coisas brilhantes com pouco dinheiro. A dose certa de emoção, um retrato detalhado dos anos 80 e a naturalidade brilhante destes dois miúdos, que nos fazem rir à gargalhada, fazem deste filme um dos melhores que já vi. De uma simplicidade que nos faz ficar a pensar porque raio há argumentos tão complicados, se é tão simples fazer um bom filme.
Com ângulos de câmara de uma originalidade (e simplicidade) que nos deixa boquiabertos, há qualquer coisa que me fez lembrar a genialidade de Sin City - não tanto pelas imagens, mas mais por ser uma forma inovadora de fazer cinema.
Cinema inglês, claro, estreado em Sundance, onde foi comprado pela Paramount de imediato. Nunca tinha visto um filme que mostrasse tão bem uma verdade absoluta: há sempre um motivo, uma perspectiva que desconhecemos sobre determinado assunto.
Este filme é a prova de que se podem fazer coisas brilhantes com pouco dinheiro. A dose certa de emoção, um retrato detalhado dos anos 80 e a naturalidade brilhante destes dois miúdos, que nos fazem rir à gargalhada, fazem deste filme um dos melhores que já vi. De uma simplicidade que nos faz ficar a pensar porque raio há argumentos tão complicados, se é tão simples fazer um bom filme.
Com ângulos de câmara de uma originalidade (e simplicidade) que nos deixa boquiabertos, há qualquer coisa que me fez lembrar a genialidade de Sin City - não tanto pelas imagens, mas mais por ser uma forma inovadora de fazer cinema.
Cinema inglês, claro, estreado em Sundance, onde foi comprado pela Paramount de imediato. Nunca tinha visto um filme que mostrasse tão bem uma verdade absoluta: há sempre um motivo, uma perspectiva que desconhecemos sobre determinado assunto.
Bloody brilliant, mate. Skills!

quarta-feira, abril 02, 2008
terça-feira, abril 01, 2008

"Dear Vasco
In response to your question (...) I would like to say simply this. It is worth doing nothing and having a rest; in spite of all the difficulty it may cause, you must rest Vasco - otherwise you will become restless!
I believe the world is sick with exhaustion and dying of restlessness. While it is true that periods of weariness help the spirit to grow, the prolonged ongoing state of fatigue to which our world seems to be rapidly adapting is ultimately soul destroying as well as earth destroying. The ecology of evil flourishes and love cannot take root in this sad situation. Tiredness is one of our strongest, most noble and instructive feelings. It is an important aspect of our conscience and must be heeded or else we will not survive. (...)
Yet tiredness has become a matter of shame! This is a dangerous development. Tiredness has become the most suppressed feeling in the world. Everywhere we see people overcoming their exhaustion and pushing on with intensity - cultivating the great mass mania which all around is making life so hard and so hard and ugly - so cruel and meaningless - so utterly graceless - and being congratulated for overcoming it and pushing it deep down inside themselves as if it were a virtue to do this. (...)
So I urge you Vasco (...) - learn to curl up and rest - feel your noble tiredness - learn about it and make a generous place for it in your life and enjoyment will sure follow. (...)"
In response to your question (...) I would like to say simply this. It is worth doing nothing and having a rest; in spite of all the difficulty it may cause, you must rest Vasco - otherwise you will become restless!
I believe the world is sick with exhaustion and dying of restlessness. While it is true that periods of weariness help the spirit to grow, the prolonged ongoing state of fatigue to which our world seems to be rapidly adapting is ultimately soul destroying as well as earth destroying. The ecology of evil flourishes and love cannot take root in this sad situation. Tiredness is one of our strongest, most noble and instructive feelings. It is an important aspect of our conscience and must be heeded or else we will not survive. (...)
Yet tiredness has become a matter of shame! This is a dangerous development. Tiredness has become the most suppressed feeling in the world. Everywhere we see people overcoming their exhaustion and pushing on with intensity - cultivating the great mass mania which all around is making life so hard and so hard and ugly - so cruel and meaningless - so utterly graceless - and being congratulated for overcoming it and pushing it deep down inside themselves as if it were a virtue to do this. (...)
So I urge you Vasco (...) - learn to curl up and rest - feel your noble tiredness - learn about it and make a generous place for it in your life and enjoyment will sure follow. (...)"
The Curly Pyjama Letters
Michael Leunig
World Freeze event hoje em Paddington às 17:00. Não fazem destes eventos para quem trabalha, não?
Após 2 consultas de clinica geral, duas de especialidade, vários exames médicos, vários anos de historial e 300 libras, o NHS diagnosticou-me bom senso. Só mesmo eu.
